3

Leia também!

R$ 8,5 milhões: esse é o salário de Faker, a maior estrela do League of Legends

Lee “Faker” Sang-hyeok é a maior lenda entre os fãs de League of Legends. Tricampeão mundial pela equipe SK Telecom T1, o sul-coreano inspira respeito na comunidade e admiração nos oponentes. Com a vitória do jogador no Mundial de 2016 e o fim da temporada oficial da Riot Games neste ano, a orga...

Ler Notícia Completa

Corinthians vai entrar no eSport e anuncia parceria com RED Canids

O Corinthians vai seguir os passos do Santos e do Flamengo e vai entrar no mundo do eSport através de uma parceria com a equipe RED Canids. Os detalhes serão divulgados em uma coletiva de imprensa no dia 10 de novembro, mas a "Matilha" já havia sugerido uma parceria com o Timão. A RED Canids é...

Ler Notícia Completa

Boa notícia! Nintendinho clássico voltará a ser vendido em 2018

A Nintendo não esperava tanta procura pela versão em miniatura quando ele foi lançado no ano passado, e, para agradar quem não conseguiu comprar um, a empresa anunciou que relançará o NES Classic em 2018. Perto de lançar outro console em miniatura, o SNES Classic, a Nintendo quer acalmar um pou...

Ler Notícia Completa

Notícia da Web

Jogo apaga todo o seu progresso se você morrer demais

Quem se lembra da época em que os jogos apagavam todo o seu progresso quando você morria sabe que a sensação era desoladora. E é justamente essa sensação de desolação - ou a ameaça dela - que o estúdio Ninja Theory (por trás de jogos como "DmC" e "Enslaved: Odyssey to the West") parece querer capturar em seu título mais recente, "Hellblade", para PC e PS4. Se você morrer demais, o jogo apaga todo o seu progresso.

Um dos primeiros a perceber essa escolha controversa foi o gamer Mark Brown, que compartilhou no Twitter as mensagens com as quais o jogo explica essa mecânica. No começo da aventura, um texto afirma: "A podridão escura crescerá cada vez que você falhar. Se ela chegar à cabeça de Senua [a protagonista do jogo], sua jornada acabou. E todo o seu progresso será perdido". O tweet abaixo mostra esse momento:

Por mais que seja uma escolha radical de design de jogo, ela faz sentido com a história. A protagonista, Senua, é infectada logo no começo da história por uma doença que vai se espalhando por seu corpo com cada "morte" do jogador. O excesso de mortes é representado por essa doença chegando ao cérebro de Senua, o que o jogo traduz como a eliminação de todas as suas memórias - e do progresso do jogador.

Mas calma

Segundo o Kotaku, essa mecânica de jogo provocou reações exageradas logo que foi anunciada. Uma delas veio do youtuber "Totalbiscuit", que, sem ter sequer jogado "Hellblade", chamou a escolha de "datada, um desperdício estúpido do tempo de todo mundo". O site ressalta que mecânicas semelhantes já existem em outros jogos, como "XCOM" e "Diablo III", mas em forma opcional - e não obrigatória, como no caso de "Hellblade".

No entanto, o site também ressalta que a situação é bastante leniente: para que o jogador perca todo seu progresso, ele precisa morrer muitas vezes, em muitos pontos diferentes do jogo. Ben Barrett, do site PCGamesN, chegou a "testar" a mecânica, morrendo de propósito em diversas partes do jogo, e chegou à conclusão de que a mecânica é tão difícil de ocorrer que é praticamente um "blefe" dos desenvolvedores. Mesmo assim, ele considera que foi "uma decisão esperta" dos criadores.

Ao menos por enquanto, isso não impediu que o jogo caísse nas boas graças dos críticos. O site IGN deu ao título uma nota 9/10, chamando-o de "um conto vívido de escuridão opressora". O GameSpot, por sua vez, lhe deu nota 8/10 por sua "história cativante", "visuais deslumbrantes" e "sequências de combate intensas e satisfatórias". Por enquanto, ele tem uma nota de 81 no Metacritic. 


Compartilhe essa notícia

Mostre que você está vivo! Comente e interaja com outros gamers!

Jogo apaga todo o seu progresso se você morrer demais

Quem se lembra da época em que os jogos apagavam todo o seu progresso quando você morria sabe que a sensação era desoladora. E é justamente essa sensação de desolação - ou a ameaça dela - que o estúdio...[clique e leia na íntegra]